Quando era criança nunca acreditei no Papai Noel (pelo menos não que eu lembre), graças a meu pai que considera o Natal uma festa meramente capitalista e dividiu essa opinião comigo e com minha irmã quando éramos pequenas.
Embora a parte de presentes seja realmente sustentada, por causa do capitalismo envolvido, eu acredito que o pãodurismo do meu pai falava muito mais alto do que qualquer coisa (com a filha da minha irmã ele deu uma melhoradinha).
Na verdade o final do ano me traz um misto de felicidade e melancolia. Antes eu detestava essas festas e acreditava que o clima de falsidade prevalecia no ar. Gente que não se via o ano inteiro se encontrava e fingia que a maior amizade do mundo estava ali naquele momento. Hoje em dia gosto de encontrar família, amigos e presenteá-los (sorry, pai), porque agora o dinheiro é meu e posso me dar a esse luxo.
Para os cristãos, o Natal é a data escolhida para se comemorar o aniversário de nascimento de Jesus Cristo (como todo mundo já sabe) e, embora eu seja agnóstica, gosto muito dessa mensagem do nascimento de Alguém que morreu para salvar a vida de todo mundo.
E é por causa desse altruísmo implícito nessa época, que resolvi deixar aqui para vocês que estiverem com vontade de fazer uma boa ação de final de ano (dar garrafa de champanhe pra irmão não é boa ação, gente) alguns contatos de campanhas natalinas aqui do Recife (se vocês conhecerem nos seus estados, coloquem aqui no comentários, por favor!).
Campanha Natal sem Fome de Sonhos Quem quiser colaborar ou obter outras informações deve ligar para os telefones: (81) 3226.0063, (81) 9114.9716 ou (81) 9979.9716. Os organizadores da campanha esperam, este ano, superar os números da arrecadação de 2008, quando foram recolhidas 40 toneladas de alimentos, 12 mil livros e cerca de 15 mil brinquedos.
Campanha Natal Permanente da LBV — Jesus, o Pão Nosso de cada dia! Para informações, ligue: (81) 3413-8600.
Gente, ultimamente tenho estado sem muita criatividade para postar. Culpa do final de ano que sempre me deixa num clima meio melancólico (coisa do tipo: anos se passando, ficando cada vez mais velha e ainda não comprei meu aptº. Enfim...).
Para não deixar o blog no vácuo, resolvi optar pelo saudosismo e reacender nossa lembrança com um dos melhores programas que já passou na televisão brasileira (quié, eu acho!): Supermarket.
Ah vai... Quer me dizer que você nunca viu o programa?! Não tente se fazer de jovenzinha/o não. Passava na Band nos anos 90 e era a alegria das minhas tardes infantis. Pegava meu copinho de geléia de mocotó inbasa (vazio), enchia de kisuco de laranja, abria um pacote de zambinos (pingo d'ouro ou cebolitos) e grudava na tevê!
Meu sonho era que minha mãe deixasse eu fazer a mesma corrida no supermercado, mas nunca rolou. Ah sim, e também era encontrar os produtos gigantes quando ia fazer compras. Confiram:
Retrospectiva pelo Wikipédia pra refrescar a memória de vocês:
Era um game (o melhor de todos já existentes) apresentado por Ricardo Corte Real no qual participavam três duplas. Na primeira fase eram feitas perguntas e charadas com relação aos mais diversos produtos de supermercado. Em outra prova, quem acertasse uma pergunta, iria correr às prateleiras e buscar o produto que tivesse a logomarca do programa.
A cada pergunta certa, a dupla ia acumulando pontos, que se convertiam em minutos, na segunda fase (a largada era feita de acordo com o tempo que cada dupla tinha). Nessa etapa, um integrante da dupla tinha até três carrinhos de compra para encher de produtos.
Ricardo dava uma lista de três mercadorias, que compunham a lista de compra, que somava mais pontos às duplas. Havia também os produtos gigantes, que continham bônus e a oferta do dia, um produto que tinha que ser ‘comprado’, através de uma charada.
Os pontos eram somados, no bloco final. E, consequentemente, quem somasse mais pontos, seria a dupla campeã. Essa disputava a última etapa, onde com os braços algemados, tinham que correr atrás de três produtos, sempre com charadas no verso e a logomarca do programa na frente da embalagem (Me digam com sinceridade, tinha como não amar um programa desses?!).
E para os que ainda não se lembraram, o youtube não os deixará esquecer jamais:
Não tenho mais o que falar... talvez apenas dizer que finalmente a justiça foi feita e dois dos três (Dani Morais EVER \o/) candidatos que mais se destacaram nessa competição chegaram à grande final. Helen Lyu se foi, Saulo se deu bem e Diego... bom, Diego...
É O CARA!
Colegas bloguistas, se quiserem updatear aí, sintam-se a vontade, não consigo dizer mais nada, apenas repetir: É O CARA!
Recebi esse texto por e-mail... me identifiquei de cara. Sou a favor do "aproveite o dia" (carpe diem) e esse texto ratifica bem isso...
"Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é possível, me ofereço como piloto de testes. Sou a Miss Imperfeita, muito prazer (muito prazer, também!).
A imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional, mãe, filha e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado, decido o cardápio das refeições, cuido dos filhos, marido, telefono sempre para minha mãe, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos e ainda faço as unhas e depilação (UFA!)!
E, entre uma coisa e outra, leio livros (e como leio! Até livro chato eu tô lendo). Portanto, sou ocupada, mas não uma workholic (jamais!).
Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres.
Primeiro: a dizer NÃO (acho que isso aprendi demais da conta até, Amandinha que o diga, bichinha).
Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO (ok, às vezes a culpa surge assim do nada, mas eu consigo negociar com ela :P).
Culpa por nada, aliás.Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua na sua lista a Culpa Zero (hahaha A-D-O-R-E-I!).
Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros (nem que eles quisessem!).
Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho (podes crer! Toda mãe sonha com isso kkkk).
Você não é Nossa Senhora (apesar de ter Maria no nome).
Você é, humildemente, uma mulher (*_*).E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante (ouviram?). Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável.
É ter tempo (tic-tac).
Tempo para fazer nada.
Tempo para fazer tudo.
Tempo para dançar sozinha na sala (irge como faço isso!).
Tempo para bisbilhotar uma loja de discos (ou uma livraria :D).
Tempo para sumir dois dias com seu amor.
Três dias.
Cinco dias (ui volúúúúúpia!)!
Tempo para uma massagem.
Tempo para ver a novela (ou o BBB, ou A Fazenda, ou Ídolos...).
Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza.
Tempo para fazer um trabalho voluntário.
Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto (tá até precisando).
Tempo para conhecer outras pessoas (santa internet que nos ajuda muito nisso!).
Voltar a estudar.
Para engravidar (não me perguntem! :P Ano que vem, já disse!).
Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado.
Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir.Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.
Existir, a que será que se destina?
Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra (PONTO!).
A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada. Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem. Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si.
Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo! Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente. Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir. Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.
Desacelerar tem um custo. Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C. Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores. E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) (kkkkkkkkkkkkkk) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante'
Martha Medeiros - Jornalista e escritora"
É isso aí, meu povo! Podemos ser modernas, mas não podemos esquecer de sermos felizes, de vivermos intensamente o nosso dia-a-dia. De aproveitarmos cada segundo e focarmos sempre nas coisas boas da vida!Beijo cheio de vida para vocês!
Para aqueles amantes de BBB, especialmente do BBB9, mais especialmente ainda da Fran do BBB9... (sim, sim, eu assito e A-D-O-R-O! Me deixem viver! :P) e que moram em Recife, segue abaixo o convite para o lançamento dos produtos da linha blumm da Franzinha!!!
Vai acontecer dia 02-12 (próxima quarta) na Idea a partir das 16h!
Estarei lá, firme e forte, para ver a fofura mais linda!
Fico a me perguntar o que naquilo tudo era real. Se é que havia alguma verdade por trás de toda mentira que você criou. Não era o sentimento de pena que nos ligava a você. Era o sentimento pela pessoa que imaginávamos que você fosse. Não estávamos juntos porque você precisava, mas sim porque gostávamos de estar. Que espécie de amor é esse que faz mal aos outros? Que engana? Que fez sofrer por tanto tempo? Valeu à pena encher nossos olhos de lágrimas? Como você pôde transformar um sentimento que deveria ser nobre, em uma coisa que amedrontava a todos? Que fazia com que a insegurança batesse no nosso peito todos os dias.
Não foi uma simples mentira, daquele tipo sem importância que você conta e que não vai interferir em nada. Mentiras desse tipo são perdoadas facilmente. Foram vidas colocadas em cima de um alicerce de areia. O vento veio com a verdade, derrubou a base que criamos e nós, caídos e despedaçados, não sabemos agora como fazer para reconstruí-la.